sábado, 25 de abril de 2020

ENTREVISTA COM GOVERNADOR DO PARANÁ

"Ratinho Jr. vê economia “acelerada” em agosto, analisa abertura do comércio e ônibus lotados"

"Neste momento de retomada de atividades econômicas, após um mês do início das medidas de isolamento social implantadas no combate ao coronavírus, a principal preocupação do governo estadual é com o transporte coletivo. Em entrevista, na última quarta-feira (22), o governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior (PSD), disse que a reabertura do comércio não é tanto um problema na disseminação do vírus como a aglomeração de pessoas em ônibus. Para tentar minimizar esse e outros problemas, o chefe do Executivo do Paraná diz que se reúne constantemente com prefeitos, para alinhamento das ações em nome da saúde.
Ratinho Junior destacou que o momento que vivemos é anormal, e por isso alguns setores econômicos precisam entender que não é possível retomar totalmente as operações. Falou também sobre atividades que ainda precisam ser restringidas, não só em nome da saúde como também da segurança pública, como bares e bailões. Por outro lado, o governador mencionou a impossibilidade de o estado conseguir organizar o dia a dia dos paranaenses, neste momento de pandemia em que as escolas permanecem fechadas, as crianças estão em casa recebendo conteúdo a distância e os pais começam a retomar as atividades econômicas.
Para sair da crise, disse Ratinho, o mais importante é a união dos esforços, o que diz que está conseguindo com os outros Poderes do Paraná e com a bancada de deputados e senadores. Com discurso conciliatório ele tenta se manter distante das disputas políticas que estão marcando a relação do presidente Jair Bolsonaro com um grupo de governadores – no fim de semana, Ratinho foi um dos sete governadores que não assinou uma carta de repúdio à participação do presidente em um ato pedindo o fechamento do Congresso, do Supremo Tribunal Federal (STF) e afrouxamento das regras de isolamento social.
Mostrando-se otimista com a retomada da economia paranaense, o governador também falou sobre as principais decisões que contribuíram para que o estado mantivesse sob controle a disseminação do coronavírus. Em relação a outros estados, a curva de contágio de Covid-19 no Paraná está mais achatada: em 22 de março, o Paraná tinha 3,49% dos casos confirmados do Brasil; em 22 de abril, a participação caiu para 2,32%. Confira a entrevista.

Em relação a outros estados, o nível de contaminação da Covid-19 no Paraná está sob controle, com uma curva achatada. Como o sr. avalia a situação do Paraná, após um mês da implantação das primeiras medidas de isolamento social?

Tem sido um trabalho extremamente planejado da Secretaria de Saúde (Sesa), com inspiração nas boas práticas de alguns países que tiveram melhor êxito no combate à pandemia. Além disso, temos um trabalho muito bem feito do Lacen [Laboratório Central do Estado], que acabou conseguindo fazer um volume de testes além da média dos outros estados. Aqui no Paraná já testamos, com o exame mais completo que dá quase 100% de certeza do resultado, quase 12 mil pessoas. Isso fez com que a secretaria conseguisse rastrear de maneira mais eficiente o vírus, isolando as pessoas que precisam. E claro, tivemos a colaboração da população na questão do isolamento social. Agora temos um novo momento, que alguns setores do comércio começam a voltar a trabalhar, só que a gente tem buscado criar restrições para que justamente não se perca o controle com a proliferação do vírus, que esse é o nosso grande desafio. Uma outra questão do planejamento foi agir no início, 30 dias atrás, por sermos vizinhos de São Paulo, que é onde está a grande força da pandemia no Brasil neste momento. Não fizemos o fechamento da fronteira, até porque legalmente nem podemos fazer isso, mas a gente conversou com as empresas de ônibus que operavam nesse trecho para que não vendessem mais passagens. Além disso, fizemos 25 pontos de fiscalização com a Polícia Militar Rodoviária, agentes de saúde e da Codapar [Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná], que tem muita expertise nessa área de fiscalização, para medir a temperatura das pessoas e mapear onde estavam indo. Isso fez com que não tivéssemos um volume de importação de casos de São Paulo, então isso nos ajudou bastante até esse momento.

Mas mesmo dentro do Paraná há situações díspares. O sistema de saúde de Curitiba foi muito elogiado pelo Ministério da Saúde, enquanto os relatórios do Ministério da Saúde mostram que a microrregião de Campo Mourão está com alto índice de infecção em relação à população. Como lidar com essas situações?
Em Campo Mourão tivemos uma situação atípica, muito provavelmente pelo grande fluxo de pessoas que vão para a cidade, por conta da Coamo. Não é culpa da empresa, afinal ela é a maior cooperativa do Brasil, então acaba recebendo um grande número de pessoas de diferentes locais, pelo contato comercial. Foram casos importados, que acabaram se alastrando de forma rápida. O secretário de Saúde, Beto Preto, esteve lá fazendo uma visita, e mandamos técnicos para ver se os procedimentos na UTI estavam de acordo, e estão corretos, é uma equipe muito boa que está na Santa Casa, e ele fez a indicação para Campo Mourão estender o prazo até a reabertura do comércio, mesmo com restrição, porque lá foi uma situação atípica daquilo que estava acontecendo no Paraná.

Quais informações da Sesa embasaram as primeiras medidas de isolamento social?

Foi com base nos testes do Lacen. Logo no início detectamos que eram somente casos importados, de pessoas que viajaram para o exterior ou outro estado. Mas a iniciativa de tentar segurar a transmissão comunitária nos levou a tomar medidas diárias de contenção: a cada dia fomos reavaliando, monitorando e anunciando medidas. Que é o que vai acontecer até o fim da crise.

Além da Sesa, com quem o sr. se aconselha? Quem faz parte do círculo mais próximo para embasar a tomada de decisão?

Na verdade, não tenho um grupo de conselheiros. Muito é do feeling pessoal, e nos primeiros dias eu me debrucei a ler muito sobre o que estava acontecendo nos outros países. Claro que os técnicos do Lacen foram fundamentais, o secretário Beto Preto, que é muito experiente, o diretor-geral da secretaria, Nestor Werner Junior, também muito experiente. Não há uma figura de conselheiro. Montamos um grupo de trabalho transversal, de várias secretarias, e fomos construindo isso.


E quais os próximos passos? Como serão as decisões sobre reabertura e retomada das atividades?

Em nenhum momento decretamos quarentena no Paraná. O que fizemos foi restringir algumas atividades e outras, conforme demanda local, os prefeitos tomaram providências. Hoje, nossa maior preocupação como governo estadual é o transporte coletivo. Às vezes, o problema não é o comércio aberto, mas a questão do volume de pessoas usando o transporte coletivo, se serão 40, 50 ou até mais pessoas num mesmo local, sem muita ventilação e sem proteção de máscara ou álcool gel disponível. Os shoppings centers, por exemplo, se pega uma praça de alimentação em dia lotado, tem lá umas 3 mil, até 5 mil pessoas fechadas em um espaço muito pequeno. Nas academias há contato físico, aulas com 30 a 50 pessoas, ofegantes, transpirando, então a possibilidade de transmissão acaba sendo maior. Aquilo que entendíamos conforme nossos técnicos que precisava ser fechado, foi fechado. Shoppings, academia, salão de beleza. O restante do comércio fechou ou por iniciativa própria, ou por iniciativa do prefeito, que para proteger seus cidadãos acabou restringindo as atividades um pouco mais. Mas tenho conversado bastante com os prefeitos, com o Darlan Scalco, presidente da AMP [Associação dos Municípios do Paraná], e outros presidentes de associações de prefeitos, e a ideia é a gente criar uma sinergia. Claro que para uma cidade de 5 mil habitantes a gente não pode pensar com a mesma cabeça do que para uma Cascavel ou Londrina. Mas a gente tem um balizamento para planejamento em conjunto da ação dos municípios em conformidade com o governo do estado. Tem dado certo. Estamos conversando com as academias, para ver com quais critérios podemos liberar, até para que as pessoas possam ter uma atividade física, cuidar de sua saúde. Mas tem que ter uma série de normas, porque não estamos em um momento normal e não há como as pessoas manterem suas atividades normais, é preciso entender isso. E o que a gente tem restringido bastante é a questão de bares, botecos, bailão. Porque os nossos policiais precisam estar descansados. A madrugada estressa demais o profissional de segurança pública, porque é onde dá batida do cara bêbado dirigindo, é onde dá briga, tiroteio. Esse setor econômico terá ainda restrição que é para a gente cuidar do nosso profissional de segurança pública e, automaticamente, fazer com que esses problemas que ocorrem muitas vezes de madrugada não gerem casos que ocupem leitos de UTI que precisam ser direcionados para quem tem Covid-19.

Há um ponto delicado que é a vida escolar. Muitas crianças estão recebendo conteúdo a distância, com exceção da Educação Infantil, que não permite esse tipo de atendimento.  Mas com a retomada das atividades econômicas, cria-se um problema que é quem vai cuidar dessa criança, ou quem será a tutora dela para acessar aulas. Há um trabalho específico do governo do estado para enfrentar essa situação?

Em nível estadual estamos repassando conteúdo através da televisão aberta e da internet. Com os municípios, estamos criando uma solução para também passar o conteúdo, vamos ajudar as prefeituras, achando uma solução para fazer chegar o conteúdo para as crianças do Ensino Fundamental I, que cabe aos municípios, justamente para não perderem o conteúdo e não perderem o ano letivo. Agora, passa muito por uma adequação da família. É difícil para o estado conseguir cuidar do problema do convívio familiar, da relação do pai, da mãe, com o horário de trabalho e as crianças no dia a dia. E não podemos neste momento abrir ou voltar à normalidade das escolas. Precisamos preservar os alunos neste momento. Até porque a gente achou uma solução de passar o conteúdo. É uma adequação. Como falei, a gente não está numa situação normal. Então vamos ter que tratar as coisas de maneira excepcional nesses 60, 90 dias, que é a previsão da duração da crise.



O Paraná colheu safra recorde, mas é um momento de frustração na economia. O setor do agronegócio poderá ser um motor para ajudar o Paraná na retomada, ou será que pelo contrário, vai sofrer com a retração do comércio mundial?

Essa é uma parte que nos dói muito. A gente vinha num ritmo de crescimento bem maior do que a média do Brasil. Em 2019, a indústria aqui cresceu 5,7%, foi praticamente o segundo estado brasileiro que mais cresceu. Tivemos investimentos anunciados na ordem de R$ 24 bilhões em 2019 e neste ano estávamos na mesma velocidade. Acabou que estamos enfrentando o problema do coronavírus. Mas já temos um grupo de trabalho para fazer um projeto de recuperação do estado, e já há um programa, Avançar Juntos, que são medidas que estão sendo tomadas para a partir de julho ir voltando à normalidade, se a pandemia passar ou reduzir de forma considerável. O agronegócio é um grande ativo que sempre tivemos, mas neste momento em especial, porque o PIB do agronegócio representa aproximadamente 35% do total do Paraná, e a média do Brasil é 20%. Neste ano estamos batendo recorde na produção de grãos. Acredito que como o agronegócio estará capitalizado com essa safra, como as cooperativas estão muito organizadas, e a gente conseguiu que elas não parassem nesse momento de crise, estão trabalhando normalmente, estão exportando muito. E faço uma avaliação pessoal, não vi dados nem falei com especialistas. Mas a imagem da China ficou relativamente arranhada com a questão do coronavírus, com a possibilidade de ter vindo de consumo de morcego como alimento. Acho que a China já estava num caminho de mudança alimentar, estão migrando para uma alimentação melhor, de mais qualidade, mais industrializada, mas terá que colocar mais velocidade nessa mudança de padrão alimentar deles, não só por questão de qualidade de vida, mas pela imagem frente ao mundo. Então isso vai favorecer muito o Brasil, em especial o Paraná, que é o maior produtor de alimentos do planeta.

No fim de semana, um grupo de 20 governadores assinou uma carta de repúdio à participação do presidente Jair Bolsonaro em um ato que pedia o fechamento do Congresso e do STF e o fim das medidas de isolamento social. O sr. não assinou a carta e divulgou uma nota dizendo que não tem tempo para brigas políticas. Mas como está sendo o apoio do governo federal, ou mesmo de outros estados, no combate ao coronavírus? O Paraná precisaria de mais ajuda?

Acho que estamos muito organizados no sentido do planejamento da retomada da economia, do enfrentamento da crise do coronavírus. Claro, dependendo da expansão do vírus, a gente tem que rever o planejamento, mas acho que a gente está conseguindo ainda ter o controle da situação. Eu tenho uma filosofia de trabalho que é a seguinte: eu não gasto energia com o que não vai dar retorno ao estado e nem vai ajudar a buscar soluções, é uma visão pessoal minha. Acho que essa briga política faz você gastar tempo, energia e não traz resultados. Nosso foco é passar por essa crise e já planejar o futuro, para a gente não perder tempo na retomada da economia. Tenho tido muito apoio da bancada federal do Paraná. Em 30 anos não lembro de uma bancada estar tão alinhada com a defesa do estado do Paraná, com o governador. Os deputados federais e os três senadores participando ativamente da colaboração com o governo, e isso não é de agora com o coronavírus, é desde o ano passado. Acho que um dos segredos da retomada será essa união dos esforços. O Paraná sofreu demais no seu passado com a falta de união e briga política. Esta é uma receita que não fez bem ao estado, então não queremos repeti-la, queremos criar uma nova receita de desenvolvimento econômica e relação política no Paraná. Acredito que estamos conseguindo, em todos os meios. Temos uma rede de solidariedade entre os Poderes: o Tribunal de Justiça está ajudando o governo do estado, a Assembleia Legislativa, Ministério Público, o Tribunal de Contas, coisa que não houve no passado recente. Acho que esse é um grande ativo que estamos também construindo para o bem dos paranaenses.

Prefeitos e governadores, por gerirem os sistemas de saúde, parecem ver bem o que acontece no fluxo de hospitais, e por isso aplicaram as medidas de isolamento social por todo o Brasil. Mas é frustrante tomar decisões que vão impactar na perda de receita, não é? Não havia outro modo?


É como um barco no oceano. Quando há uma tempestade e o mar está revolto, tem que diminuir a velocidade para ter mais segurança no enfrentamento das ondas. Eu penso assim. Neste momento, tem que dar uma freada na economia, porque o foco é cuidar da saúde, mas também não dá para deixar o barco parar. Nós temos conseguindo. Vai ter setores que vão sofrer mais. O setor de turismo, por exemplo, porque ninguém quer viajar agora. A parte de eventos também, pela aglomeração das pessoas. Mas acredito muito na musculatura da economia do Paraná e na musculatura da economia do Brasil. A partir de agosto, que é o prazo que tenho na minha cabeça para a situação voltar à normalidade, acredito que a gente vai voltar tão acelerado, com o estado tão programado, organizado, que a gente vai conseguir retomar as coisas bem rápido.

Estamos em uma crise inédita, provocada por um vírus que paralisou a economia. O que essa pandemia já mudou na sua forma de gestão?

Todos nós estamos diferentes, ou nos reprogramando para ficar diferentes, não é? Com essa pandemia, todos estão fazendo uma reflexão profunda, não só no trabalho, mas na questão pessoal, espiritual, então acho que é uma reprogramação acima de tudo que todo ser humano tem que fazer. Neste momento, tendo a honra e responsabilidade de ser o chefe do Executivo do meu estado, que é um estado maior que Portugal, por exemplo, sem dúvida nenhuma isso faz com que eu aprenda muito e também consiga passar um pouco do que, apesar de novo, adquiri ao longo da minha vida como gestor. Veja, estamos falando da pandemia de coronavírus, mas temos também o maior número de casos de dengue da história do Paraná, com 120 mil pessoas infectadas, com um sorotipo novo, para o qual não tínhamos imunidade. Estamos tendo a maior estiagem de água dos últimos 30 anos, há reservatórios de água de Curitiba com 20% ou 30% da capacidade. Temos uma crise econômica que é maior que a geada negra de 1975. A necessidade e a busca de equilíbrio, de planejamento, de ter um time afinado, que possa corresponder a todos esses desafios é um grande aprendizado e uma grande responsabilidade, para não deixar que as coisas se percam. Eu penso que quem vai se dar melhor nessa crise, se a gente pode falar assim, é aquele que errar menos. Quem estiver mais organizado para retomar a economia e ter um menor prejuízo social e econômico. E estamos tentando fazer isso todos os dias para entregar para a população aquilo que é nosso compromisso. Claro, eu sinto muito, por que a gente estava num ritmo muito bom, um dos três estados que mais geraram emprego em 2019. Isso frustra um pouco, porque tinha um planejamento a ser executado e muito disso se perde. Enfim, a gente tem que enfrentar os desafios que a vida nos coloca. Mas muda muito a gente, eu estou passando por uma grande provação, pessoal, espiritual, e como cidadão, como gestor, com a responsabilidade muito grande de fazer o Paraná ter o menor prejuízo possível, mas acho que isso é um processo que todos nós seres humanos vamos passar, e seremos melhores depois dessa pandemia.


Reprodução Gazeta do Povo.

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

VEM AÍ, A 12ª EXPOMANDAGUAÇU.

A TRADICIONAL EPOMANDAGUAÇU, ESTÁ DE VOLTA.
Dias 20, 21 e 22 de setembro, acontece a 12ª edição da Expomandaguaçu. Evento será realizado no Parque de Exposições João Grosso em Mandaguaçu. Além das montarias em touros, teremos duas grandes atrações no palco principal da arena de rodeios. Dia 20, Breno e Matheus e no dia 21, Conrado e aleksandro. A entrada para o evento é doação de 1 kg de alimento não perecível, que será revertido para entidades de Mandaguaçu.
https://www.facebook.com/prefeiturademandaguacuoficial/?__tn__=%2Cd%2CP-R&eid=ARD7-SNLsG4Cgms_mUFKiMk4jX-v9ndUFUTaikaUTjt_EqvzVKhHsoVrsnbM3jOwwJ7Cu0R1V3h0erCn

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

BLOG DE MANDAGUAÇU...DIVULGUE SEU EVENTO, SEU BAIRRO...DIVULGUE NOSSA CIDADE.

O BLOG DE MANDAGUAÇU, abre espaço para você divulgar seu bairro, sua cidade, seu evento. Mande sua sugestão, divulgue seu evento. Envie para blogdemandaguacu@gmail.com.

terça-feira, 25 de abril de 2017

VEM AI CAMINHADA DA SUPER LUA

BLOG DE MANDAGUAÇU E CIA DA CAMINHADA PROMOVEM CAMINHADA DA SUPER LUA.

Dia 25 de maio é a data da Super Lua...Vamos organizar uma caminhada noturna para apreciar este momento raro...Percurso vai ter 7 Km...O momento mais esperado será na região do Palmeirinha, mais precisamente, perto da Estrada Velha para a Usina. Neste local, os participantes poderão fazer o registro fotográfico do fenômeno.
Os interessados em participar, podem deixar aqui no blog comentário manisfestando seu interesse.

O que é uma superlua?
 A superlua é quando a lua está ou uma lua nova ou lua cheia e está mais próximo da Terra em um determinado ano.      Como a superlua está mais próximo da Terra, ele parece maior e mais brilhante. Pode parecer até 14% maior!


Quando é a próxima superlua?
 A próxima superlua será no Quinta-feira, 25 de Maio de 2017 durante a Lua nova ea uma distância de, aproximadamente, 357,209 km da Terra.



quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

CAMINHADA DA SUPERLUA

Cia da Caminhada vai organizar CAMINHADA DA SUPERLUA. Sábado, dia 04, estaremos divulgando detalhes do evento. Fiquem ligados no Blog.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Paraná terá nono dígito em número de celular em novembro de 2016

Calendário foi publicado pela Anatel em Diário Oficial nesta terça-feira (8). Dígito 9 deve ser incluído à esquerda dos atuais números de celular.
O estado do Paraná deve adotar o nono dígito dos números de telefone celular a partir de 6 de novembro de 2016. A data foi estabelecida em cronograma publicado nesta terça-feira (8) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no Diário Oficial da União.

O dígito 9 deve ser acrescentado à esquerda dos atuais números de celular , que passarão a ter o formato: 9xxxx-xxxx. Após a implantação, deve haver um período de adaptação em que serão aceitas ligações marcadas com oito dígitos.Gradualmente, avisos devem ser fornecidos até que a antiga forma de discagem deixe de ser completada.Além do Paraná, outras nove unidades da federação também devem adotar o nono dígito em 2016 – Acre, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e Tocantins.
Além das adequações técnicas por parte das prestadoras de serviço de telecomunicações, essa medida também será necessária eventuais adequações em equipamentos e sistemas privados como, por exemplo, equipamentos PABX e agendas de contatos.
O nono dígito deverá ser acrescentado, no momento da discagem, por todos os usuários de telefone fixo e móvel que liguem para terminais do SMP das Áreas de Registro listadas, independentemente do local de origem da chamada.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

FESTA NACIONAL DO PORCO NA LATA DE MANDAGUAÇU É CANCELADA POR CONTA DA CRISE ECONÔMICA


A tradicional Festa Nacional do Porco na Lata de Mandaguaçu não será realizada este ano pela Prefeitura de Mandaguaçu. Segundo a Administração Municipal, a “medida foi adotada em virtude do contingenciamento de despesas. O Prefeito Ismael Ibraim Fouani, justifica a medida. "Estamos passando por um momento de crise econômica nacional e Mandaguaçu não está fora da crise. Para manter os serviços em dia, Tive que tomar medidas austeras e fazer a nossa parte cortando gastos. E também não quis onerar mais ainda o tão sofrido comércio de nosso município pedindo patrocínio a eles, pois eles também foram atingidos pela crise. Cada um tem que fazer sua parte. E nós estamos fazendo a nossa. Conto com a compreensão de todos". A crise econômica que o pais atravessa, esta afetando diretamente as receitas do município. A prefeitura vem mantendo os serviços essenciais com recursos próprios, sem interrupção, e cumprido o pagamento antecipado dos salários do funcionalismo. 
A festa, que faz parte do Calendário Nacional de eventos e estaria na 7ª edição,  marca as celebrações do aniversário do município de Mandaguaçu.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

ATUAÇÃO POSITIVA MARCA CELEBRAÇÃO MUNDIAL DO COOPERATIVISMO DE CRÉDITO


68º Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito é promovido por Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito e tem como objetivo aumentar o apoio ao movimento

Desde 1948, a terceira quinta-feira do mês de outubro é mundialmente dedicada ao Cooperativismo de Crédito, modelo em que cidadãos comuns se reúnem e criam uma organização para realizar atividades financeiras baseada em cooperação. O Cooperativismo de Crédito vem promovendo, há décadas, a inserção econômica, o combate às desigualdades sociais, o acesso ao crédito e o desenvolvimento de milhões de cidadãos e suas famílias ao redor de todo o mundo.
Neste ano, a data será comemorada no dia 20 com o tema “9 Princípios que fazem a verdadeira diferença", reforçando os valores de cooperação e a força da união. A iniciativa é promovida pelo Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (World Council of Credit Unions – Woccu) e busca divulgar o trabalho desenvolvido pelas cooperativas de crédito, aumentando a conscientização sobre sua importância econômica e social e, consequentemente, o apoio ao movimento cooperativo. A campanha conta com o apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras), além de diversas instituições cooperativas, entre elas o Sicredi.

CENÁRIO
Segundo dados de 2015 do Woccu, há em todo o mundo 60.500 cooperativas de crédito, presentes em 109 países, nos seis continentes. Juntas, elas reúnem 223 milhões de associados. No Brasil, 8,9 milhões de pessoas escolheram as cooperativas de crédito como a sua instituição financeira, número que dobrou nos últimos cinco anos, de acordo com o Banco Central (BC). A oferta de produtos e serviços também chega a municípios mais distantes, totalizando 564 cidades, onde as cooperativas funcionam como as únicas instituições financeiras. No País, há mais de mil cooperativas e 5.500 postos de atendimento, de acordo com dados do BC. Além disso, um intenso trabalho de inclusão aliado à educação financeira é promovido pelas instituições.

DIFERENCIAIS
A instituição financeira cooperativa tem como diferencial um modelo de gestão que valoriza a participação. Os associados decidem sobre os rumos da sua cooperativa e participam dos resultados. Como um importante instrumento de incentivo para o desenvolvimento econômico e social, os ativos dessas instituições são usados para financiar os próprios associados, mantendo os recursos nas regiões nas quais foram gerados. “Em uma cooperativa de crédito, não é o associado que depende da instituição, somos nós que precisamos deles para ampliar nosso desenvolvimento. Por isso buscamos oferecer soluções de acordo com as necessidades de cada um, para que percebam que estamos juntos e a favor da economia regional”, afirma Rogerio Machado, diretor executivo da Sicredi União PR/SP.

PRESENÇA NACIONAL
No cooperativismo de crédito, o Sicredi é referência internacional pelo modelo de atuação em sistema, permitindo ganhos de escala e aumentando o potencial das Cooperativas de Crédito para exercer a atividade no mercado financeiro. São 3,3 milhões de pessoas que têm suas vidas financeiras vinculadas ao Sicredi, atraídas pela possibilidade de gerar crescimento coletivo. Todos são donos do negócio. O voto de cada um tem peso igual nas decisões, independentemente do volume de recursos aplicados.
Atuando em diversas partes do país, inclusive em cidades do interior, o Sicredi transformou-se nos últimos anos em um vetor importante do sistema financeiro brasileiro. Com R$ 52,5 bilhões em ativos, figura hoje entre as 20 maiores instituições desse segmento no país. “Chegamos até aqui apresentando as pessoas que eles podem se unir e criar representatividade. Cooperativismo é união, não existe fórmula mágica para o nosso crescimento” comenta Wellington Ferreira, presidente da Sicredi União PR/SP. Atualmente, as cooperativas de crédito somam 3% dos ativos financeiros do país.

ATUAÇÃO REGIONAL
Além da campanha institucional, que destaca que o cooperativismo de crédito faz parte da vida de diferentes pessoas - da cidade, do campo, dos jovens e empreendedores - e os diferenciais desse modelo de negócio, a Sicredi União PR/SP, com atuação no norte e noroeste do Paraná e centro leste de São Paulo, participa da celebração em prol do Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito referendando sua contribuição à sociedade.
A cooperativa se destaca em atendimento e pelos programas sociais que promove em sua área de atuação. Somente neste ano, seis centros de inclusão digital foram inaugurados no noroeste do Paraná e mais de 15.000 crianças tiveram acesso, em 2015, ao Programa União Faz a Vida, que busca levar à comunidade uma nova forma de pensar o ambiente em que se vive. “São milhares de pessoas que ajudam no crescimento do cooperativismo de crédito, que percebem nossos valores e nossa contribuição ao desenvolvimento social e econômico da região”, ressalta Rogerio Machado. Além disso, a instituição promove, todos os anos: teatros itinerantes, abordando educação financeira, voltados aos jovens; inclusão de pessoas com deficiência intelectual, onde se tornam colaboradores da cooperativa; e arrecadação de alimentos às entidades da região, com o projeto Árvore solidária, no qual todos os colaboradores se unem para colaborar e incentivar as doações.

A Sicredi União PR/SP é uma cooperativa com 30 anos de história, com mais de 120 mil associados e 75 agências. A Cooperativa atua nas regiões Norte e Noroeste do Paraná e Centro Leste Paulista. Seus ativos totais chegam ao R$ 2.387 bilhão e com patrimônio líquido de R$ 240,090 mi. A instituição se destaca pelo atendimento aos associados e pela preocupação com o desenvolvimento da comunidade.

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 113 anos de história, 3,2 milhões de associados e 1.394 pontos de atendimento, em 11 Estados* do País. Organizado em um sistema com padrão operacional único, conta com 95 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais Regionais -acionistas da Sicredi Participações S.A. uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.

  Mais informações no site sicredi.com.br
 * Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

O PAI DA CRIANÇA

SE O FILHO É BONITO E COM SAÚDE...TODO MUNDO QUER SER O "PAI DA CRIANÇA".

Quando uma menina que namora com vários rapazes ao mesmo tempo ou, simplesmente, como dizem os jovens, está "ficando" aparece grávida, nenhum dos ficantes, quer assumir a paternidade. Ao contrário é a maneira que algumas pessoas agem na tentativa de se passarem por responsáveis pela solução de um problema ou, na conquista de algo bom. Depois de alguma conquista ou de um problema solucionado, aparecem várias pessoas para reivindicar a "paternidade". Todos querem ser o "Pai da Criança".

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

PATRULHA MECANIZADA REALIZA SERVIÇOS PARA AGRICULTORES EM MANDAGUAÇU.

Israel Silva, acompanhando mais um trabalho da Patrulha Mecanizada.
Equipamentos agrícolas estão disponíveis para utilização por parte dos pequenos e médios produtores rurais de Mandaguaçu.

A Patrulha é destinada à prestação de serviços para pequenas e médias propriedades rurais, visando o aumento da produção e a diversificação dos sistemas produtivos, elevando a renda e consequentemente melhorando as condições de vida da população. As máquinas e tratores auxiliam no preparo, manejo e recuperação do solo das propriedades.
Segundo Israel da Silva, coordenador municipal da Patrulha Mecanizada, " O projeto visa beneficiar a agricultura familiar, que muitas vezes passa por dificuldades, não somente para plantar ou colher, mas pela falta de acesso. Os produtores rurais a partir desta iniciativa municipal têm a facilidade de usufruir deste grande benefício".
A prefeitura municipal, através do Prefeito Dr. Ismael Ibraim Fouani, com este trabalho, cumpre com compromissos assumidos em seu Plano de Governo.
Mais informações: (44) 3245 5741.
Grade terraceadora. Readequada e aumentada. Parceria Prefeitura Municipal e Produtores de Grãos.

PROJETO DE PROTEÇÃO DE NASCENTES.

Acompanhando trabalho de preservação.
Projeto visa proteger recursos hídricos e garantir a qualidade da água.


Estivemos hoje na propriedade da Família Fenato, na estrada 150,  acompanhando trabalho de recuperação e proteção de uma nascente de água.  A técnica utilizada pela família, é a do solo-cimento, que é muito satisfatória, pois com ela é possível um bom selamento, evitando que a água da nascente tenha contato com fatores externos que venham contaminá-la.  A Pedagoga da Emater de Mandaguaçu, Joana de Brito,  lembra que, além disso, esse método utiliza um material material com alta durabilidade e ótima resistência, sem agredir o meio ambiente contribuindo com a preservação das nascentes e mananciais.
Solo Cimento.
A técnica de aplicação de solo-cimento consiste na aplicação de uma massa, obtida da mistura entre cimento e barro que cria uma camada protetora fechando completamente a fonte. O primeiro passo para o procedimento da técnica é a limpeza da área no entorno da nascente e a construção de um banco de pedras, que auxilia na retirada das impurezas, seguido da colocação do cano ladrão para a saída da água, finalizando com a massa. Tecnologia alternativa simples e de baixo custo, a técnica solo-cimento garante proteção por tempo indeterminado do local.
A ideia, é implantar este projeto nos percursos da Caminhada da Natureza, que acontece anualmente em dois circuítos em Mandaguaçu. 
Mais informações: Emater - (44) 3245-3122 Joana de Brito (44) 3245.5741 Agricultura. Israel Silva.

MAIS FOTOS



 



quinta-feira, 13 de agosto de 2015

BR 376: AUTORIZADA A DUPLICAÇÃO ENTRE NOVA ESPERANÇA E PARANAVAI.

Obras de duplicação entre Mandaguaçu e Nova Esperança.
De acordo com o governo, obra de 30 km deve custar R$ 214 milhões.
Duplicação deve beneficiar mais de 605 mil moradores de 15 municípios.

O Governo do Paraná autorizou a duplicação do trecho de 30 quilômetros da rodovia BR-376 que liga Nova Esperança a Paranavaí, no noroeste do Paraná. A liberação da obra foi anunciada na tarde de quarta-feira (12) em uma reunião entre o governador Beto Richa (PSDB) e prefeitos da região.  A duplicação deve custar R$ 214 milhões e será feito pela concessionária Viapar.

A duplicação era uma demanda antiga dos mais de 605 mil moradores de 18 municípios do noroeste. De acordo com o governo do estado, o projeto da obra deve ser entregue até o fim do ano e o início das obras está previsto para 2016. A rodovia deve ser entregue em 2018.
Atualmente, a BR-376 é duplicada de Maringá a Mandaguaçu, no norte, mas a Concessionária Viapar está ampliando um trecho de 22,6 km entre Mandaguaçu e Nova Esperança.  Essa obra começou em outubro de 2014 e a conclusão está prevista para o fim deste ano. A ampliação deve custar R$ 145 milhões. 

A Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística informou ainda que mais de 10 mil veículos passam por este trecho da rodovia diariamente. A rodovia federal ainda é responsável pelo escoamento da safra de grãos do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, uma vez que os caminhões passam pela estrada em direção ao Porto de Paranaguá.A Concessionária Viapar informou que a duplicação não deve ser motivo para o reajuste da tarifa do pedágio que fica em Presidente Castelo Branco ou para a criação de mais uma praça de pedágio.
Com Informações: g1.globo.com.

Mais uma Caminhada na Natureza sendo preparada em Mandaguaçu.

Depois do grande sucesso da Caminhada na Natureza, realizada em maio de 2015 em Mandaguaçu, estamos preparando mais um grande evento. Desta vez a trilha será na região de Pulinólpolis. Assim que o roteiro estiver pronto, divulgaremos. Aguardem.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Duplicação da BR 376, entre Mandaguaçu e Nova Esperança. Confira como irão ficar alguns acessos.

A duplicação da BR 376, trecho entre os municípios de Mandaguaçu e Nova Esperança, Passando por Presidente Castelo Branco, segue em ritmo acelerado. A obra está prevista para terminar em dezembro de 2016 e terá um investimento de R$ 130 milhões de reais.







segunda-feira, 5 de maio de 2014

HANDEBOL DE MANDAGUAÇU NA DISPUTA DO CAMPEONATO PARANAENSE DA 1ª DIVISÃO

Após perder para a equipe de Cascavel, Mandaguaçu se recupera em cima de Florai.

“Pau a pau” é a expressão popular que mais se enquadra para definir o que foi a partida na manhã deste domingo (4), entre Mandaguaçu e Floraí, válida pela primeira etapa do Campeonato Paranaense de Handebol Divisão Especial. As equipes femininas fizeram uma partida acirrada até o final no Ginásio São Cristóvão, em Cascavel, onde prevaleceu a velocidade de Mandaguaçu, que venceu a partida por 33 a 27.


No começo do jogo, os dois times revezavam a liderança no placar. Errando menos, Mandaguaçu conseguiu ir para o intervalo em vantagem com 13 a 12 no marcador. Na metade final do segundo tempo, Mandaguaçu encaixou seu ritmo de jogo, sobretudo com jogadas de contra-ataque, e conseguiu abrir vantagem que administrou até o fim da partida.

Vindas de uma derrota na primeira partida deste fim de semana (3 e 4 de maio) para Cascavel por 36 a 15, o técnico de Mandaguaçu, Marlon Araújo, enalteceu a vitória na segunda partida. “Por ser a primeira vez que temos um time na Divisão Especial do Paranaense estamos muito satisfeitos com a primeira etapa realizada em Cascavel. É um time bastante jovem, que ainda vai amadurecer. Apostamos na formação de um conjunto forte. Essa vitória de hoje nos motiva a continuar buscando os resultados positivos”, analisou ele.

Jogadora destaque
Eleita a melhor em quadra na partida deste domingo, a armadora de Mandaguaçu, Thamires Sousa elogiou o grupo novato que agora faz parte. “Passei por alguns times fortes do Paraná, como Cascavel e Umuarama. Cheguei em Mandaguaçu para somar. Não sou melhor que nenhuma de minhas colegas, que trabalham bastante para estar em quadra. É uma troca de experiências mesmo, e eu estou muito feliz”, comentou.

O Campeonato Paranaense de Handebol Divisão Especial é uma realização da Liga de Handebol do Paraná (LHPR) com o apoio da Prefeitura Municipal de Cascavel, através da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel), Secretaria do Estado do Esporte e do Turismo, Confederação Brasileira de Handebol, APAH, Kagiva e Caio Eventos.

Luciano Neves – Assessoria LHPR
DRT 7866


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

MATEC DE MANDAGUAÇU - REALIZE AQUI SEU EVENTO

Para você que está pensando em realizar algum tipo de evento, o Matec de Mandaguaçu proporciona espaço e estrutura para qualquer tipo de festa, feira, jantar, shows, reuniões, aniversários, casamentos. Procure a secretaria do clube ou ligue 44 3245-1130.

FOTOS.
ESPAÇO PARA GRANDES SHOWS

EVENTOS A BERA DA PISCINA

AMPLO SALÃO SOCIAL

AMBIENTE MUITO AGRADAVEL